Condromalácia: programa de fisioterapia é fundamental
A condromalácia é a doença inflamatória e degenerativa da cartilagem da patela (também conhecida como rótula) e seus principais sintomas são dor, principalmente na região do joelho, e crepitação. “A crepitação é uma sensação como se houvesse areia dentro do joelho. Às vezes, essa crepitação é tão intensa que a gente consegue ouvi-la. A condromalácia atinge principalmente mulheres adultas e é relacionada a algum tipo de atividade física ou devido ao encurtamento muscular dos membros inferiores, que chamamos de isquiotibias”, explica Rodrigo Kaz, especialista em medicina do esporte e ortopedista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o ortopedista, existem várias causas para o surgimento da condromalácia, cujo diagnóstico é feito a partir do histórico do paciente e exame físico. “Há várias causas, como alteração no alinhamento da patela, desequilíbrio ou encurtamento muscular e micro traumas de repetição, muito comuns em jogadores de futebol e competidores de atletismo e modalidades de salto”, lista o Dr. Rodrigo Kaz.
– Em 90% dos casos, o tratamento não-cirúrgico, com medicação de analgésicos, anti-inflamatórios e condroproterores, tem sucesso. Um programa de fisioterapia é fundamental nesses casos. O especialista irá recomendar o tratamento ideal. Dor no joelho não acomete apenas atletas ou pessoas obesas. Um simples mau jeito pode causar dores, mas o problema pode ser mais sério. É sempre importante procurar um médico ao menor sinal de dor. Quando mais cedo diagnosticada, mais fácil é o tratamento – finaliza o médico.
Saiba mais sobre a Incontinência urinária
Doença que atinge cerca de 5% dos homens após a retirada da próstata, 35% das mulheres durante o climatério, além de grávidas, mulheres no pós-parto e idosos
O que é a incontinência urinária?
A incontinência urinária é caracterizada pela perda involuntária da urina. Tal situação pode ocorrer em ocasiões cotidianas, como durante uma tosse, um espirro ou durante algum esforço físico, já que tais atividades faz pressão interna nos órgãos abdominais. Em casos mais extremos, a urina sai sem qualquer tipo de esforço da pessoa acometida.
Causas da incontinência urinária
A causa mais comum é o enfraquecimento dos músculos da bexiga, responsáveis pelo controle da micção ou por uma hiperatividade da bexiga.
Quando as pessoas acometidas não conseguem esvaziar plenamente a bexiga pode acontecer a incontinência urinária por transbordamento. São pequenos e frequentes escapes de urina, o que resulta em uma grande perda ao longo do dia. É comum, aponta a Barbara Lopes, fisioterapeuta especializada em reabilitação urogenital do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia, acontecer em homens com obstrução infra vesical, isto é, nos pacientes que tem uma obstrução à saída de urina, causada pelo aumento da próstata.
Problemas causados pela incontinência urinária
A incontinência urinária pode trazer vários problemas. A pielonefrite, por exemplo, são infecções que se não tratadas podem chegar aos rins e provocar uma infecção generalizada. Também pode provocar problemas na pele: quem sofre da doença pode ficar em contato com a urina por um longo tempo.
Vale lembrar que a urina tem compostos tóxicos e irritativos para a nossa pele. Outra questão muito séria é o comprometimento social. Muitos pacientes não conseguem controlar a micção e, por isso, deixam de fazer atividades fora de casa, prejudicando o convívio social.
A boa notícia é que a doença tem tratamento, que no CREB, que tem um setor especializado no assunto, é individualizado.
Mais de 54 milhões de norte-americanos têm artrose
De acordo com estatísticas oficiais apresentadas pelo governo dos Estados Unidos, um em cada quatro adultos norte-americanos sofre de artrose. São nada menos do que 54 milhões de portadores da doença e, ao contrário do que se pode imaginar, a maior p...
De acordo com estatísticas oficiais apresentadas pelo governo dos Estados Unidos, um em cada quatro adultos norte-americanos sofre de artrose. São nada menos do que 54 milhões de portadores da doença e, ao contrário do que se pode imaginar, a maior parte do grupo não é da terceira idade: em torno de 60% deste contingente têm idade entre 18 e 64 anos, ou seja, uma faixa etária economicamente ativa.
É cada vez maior o número de jovens e adultos acometidos pela doença
“A artrose é uma doença caracterizada principalmente pelo desgaste da cartilagem das articulações, principalmente em indivíduos com mais de 60 anos. Mas, definitivamente, não é exclusiva da terceira idade. Cada vez é maior o número de jovens e adultos acometidos pela doença. Em jovens, a artrose pode acontecer secundariamente a um trauma, doenças osteometabólicas e artrite”, explica o Dr. Haim Maleh, professor de reumatologia da UFF e reumatologista do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo.
Segundo o governo norte-americano, desde 2002 que os impedimentos de atividades diárias devido à artrose vem aumentando em 20%, chegando a atingir 24 milhões de pessoas. As estatísticas também indicam que a prevalência de artrose é elevada em adultos com doenças preexistentes, como doenças cardíacas e obesidade, e metade dos adultos diagnosticados com doença cardíaca têm artrite, enquanto um terço dos adultos obesos têm artrose. “A artrose é parcialmente tratada com anti-inflamatórios não esteroides e analgésicos. Para um tratamento mais abrangente e completo, além do uso de medicamentos, devemos utilizar técnicas de fisioterapia e uma excelente opção é a hidroterapia, que visa a recuperação da função articular por meio do exercício. O pilates terapêutico também é outra excelente opção, trazendo ótimos resultados e auxiliando no fortalecimento articular, tão importante para quem tem artrose. Podemos, também, optar pela viscossuplementação, com o uso do ácido hialurônico, aliviando a dor nos portadores de artrose nos joelhos e quadris, ajudando a restabelecer a qualidade de vida e a mobilidade articular”, finaliza o Dr. Haim.
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